quinta-feira, 19 de julho de 2012

Diário de bordo da nave sem nome


Fui pego de surpresa, por um movimento rápido do inimigo, e agora me encontro aprisionado nesse estranho cubículo que me arremete aos áureos tempos em que o planeta Terra ainda existia, esse complexo armado por meus rivais é de tal grandiosidade que todos os aspectos físicos do ambiente terrestre foram implantados, não consigo ver razão em tal construção, ainda mais para que um prisioneiro desfrute de tamanha nostalgia.
 Ouço o som de crianças correndo na rua da frente, o vento na janela o qual eu também sinto em minha pele, a temperatura do ambiente também varia de acordo com o horário, pois meus captores também me disponibilizaram um relógio antiquado no lugar que representa a cozinha, a variação de luz também é notável, apesar de esse ser meu primeiro dia, então não posso ter certezas sobre o que a “noite” me reserva.
Apesar de minhas buscas incansáveis por uma saída, não obtive êxito, agora tento me distrair com um amontoado de livros, veja bem, livros com folhas e tintas, e não aqueles digitalizados e holográficos, livros palpáveis os quais foram muito bem conservados, obras raríssimas. Ainda não consigo me decidir se isso tudo é um prêmio ou um castigo. Comida não me foi negada, e a peculiaridade é que esta também arremete a minha infância na terra, hoje fui agraciado pelo sabor de uma lasanha. Você consegue imaginar a magnitude desse sabor após décadas de abstinência? Bebi refrigerante, armazenado em um garrafa pet! Pode parecer piada, mas até da garrafa eu sentia falta, nesse ambiente inóspito ao qual a humanidade ainda aprende a sobreviver nos nega muitos dos pequenos sabores da vida, o plástico foi banido.. enfim, todos sabemos o que aconteceu.
As vezes ouço barulhos, esses não são humanos, barulhos de animais passando sobre o telhado de minha imitação de residência. O insano é que até acho que o barulho é causado por um animal real, vivo! Mas isso seria impossível, afinal de contas salvamos apenas aqueles que poderiam nos trazer algum benefício, e gatos não faziam parte desse grupo.
Se algum dia esse texto for lido por outro humano, não me julgue, não me calunie, toda essa experiência “terrestre” é muito intensa para alguém de minha idade, e é impossível não devanear sobre minha infância perdida, naquele planeta perdido. Sinto que a hora de algum acontecimento grandioso está chegando, então irei parar por aqui, se eu sobreviver a mais um dia nesse cativeiro, prometo que voltarei a escrever, caso contrario, se contentem com o adeus de um cativo que começa a perder a razão.

                                                              Capitão Roger Flitz

domingo, 17 de junho de 2012

Imposição de merda


Um desabafo sobre religião
10 anos atrás, ou mais, meu pai tinha um Chevete Jr, e um tio meu colocou um adesivo nele, com uma frase que eu jamais esqueci: “Toda unanimidade é burra”


Não é a frase mais marcante de uma vida, eu sei, mas tem muita verdade nessas 4 palavras, que história é essa de que todo mundo tem que pensar igual, gostar e acreditar nas mesmas coisas, agir de forma uniforme, falar e se vestir do mesmo jeito. Toda essa bagagem de conceitos nos é imposta desde o momento do nosso nascimento, e ninguém pode reclamar, opinar ou se mostrar contrário, que uma procissão de fanáticos logo vem te apedrejar.
Mas vamos falar de um assunto apenas, a maior imposição da história, a religião! PORRA!(esse assunto é o mais estressante de todos os tempos) É assim tão ilógico, anormal, bizarro ou vergonhoso não acreditar em uma divindade, em um ser superior? Porque eu não posso me expressar, não tenho liberdade pra tratar desse assunto em, praticamente lugar nenhum, me olham como se eu fosse uma aberração, se ofendem e discutem comigo, até parece que sou personificação do mal, mas porra! É apenas meu direito segundo as próprias leis “divinas”, de exercer meu livre arbítrio, de ter uma opinião que, certa ou errada, eu resolvi seguir.
Nunca vão me encontrar indignado com alguém por essa pessoa ter uma religião específica, porque diferente da maioria, apesar de achar que estou certo, eu jamais terei a ousadia de ter certeza, e muito menos querer convencer alguém de compartilhar de meus ideais duvidosos.
Imaginem agora a minha avó, uma criaturazinha linda, baixinha, gordinha, jeito de vó e opiniões de vó, uma das pessoas que eu mais amo na minha vida, e que eu devo grande parte da minha educação. Se você chegar na casa dela a tarde, por volta das 4 horas, ela estará sentada em frente a televisão vendo o padre “Robson”(não sei se esse é o nome do cara), parecendo um anjinho, rezando e fazendo não sei o que mais, todo dia, mesma coisa. Uma pessoa tão religiosa provavelmente deveria saber todos ensinamentos da “bíblia” ou de qualquer livro sagrado, mas se aparecer qualquer assunto sobre negros com ela presente, pode ter certeza de que ela vai estar se coçando para dar sua opinião, que com toda certeza, será racista. E onde entra o amor ao próximo ai?
O que quero dizer é que, não importa sua religião, ou seu comportamento perante seu ritual religioso, e sim suas ações durante toda sua vida, não é uma hora sentado, cantando ou gritando que vai te salvar dos seus erros e defeitos, e sim o modo como você lida com eles. O respeito a escolha alheia deveria ser universal mas não serei utópico em acreditar nisso, porque milagres... veja bem ... deixa pra lá.
Peço apenas respeito a minha escolha, o mesmo que tenho pela sua. Cansei de ocultar minhas opiniões por medo ou pudor de ofender aqueles que amo, pois se o sentimento for recíproco, eles vão me entender, mesmo não concordando comigo, e permanecerão ao meu lado, assim como eu faço com eles.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

trilhos

Viajava e olhava através do vidro. Era sua vida, um vagão de trem, sempre sentada, vendo as coisas passarem.   
Pessoas se sentavam ao seu lado, algumas por muito tempo, algumas desciam na próxima estação.
Chuva, sol.  Frio que pedia uma malha. O calor que abençoava com o sol. Imagens, crianças, corriam na grama, sorrisos brancos, largos. Choro, colo.
Cheiro, quanto perfume, jamais esqueceria. 
Sabores peculiares, alguns amargos. 
As pessoas caminhavam pelo corredor estreito, não queria se esbarrar, mas hora ou outra era inevitável. 
O ritmo acelerava quando a noite chegava. Dançava, exausta dormia, no ponto, em qualquer lugar.
E quando o sol nascia, estava tão longe. Não deixava pistas, não deixava rastros, deixava lembrança. Sentava de volta numa nova estação. Não pode parar. Se apega, mas deixa. Não se arrepende, sai antes de precisar se desculpar.
Não tem certeza de nada, mas pega o trem.  A paisagem é tão mais bonita pra quem quer admirar.
Perde, mas ganha tanto. 
Tem saudade de casa, até volta, mas visita.
Dos que passaram, por coincidência, alguns se encontram novamente.
Fica sentada, vendo a vida passar, esperando alguém que se sente ao eu lado para sempre.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Do contentamento ao descontente

Tem horas que dá aquela saudade do passado. De ser adolescente, de brigar com os pais, de tentar ser rebelde, de ter amigos divertidos e descolados. De ter horário pra chegar em casa. Essas coisas, que quando se tem não são bacanas, não são bem vistas por nós.
Tem horas que dá uma angústia, caminhar pela casa e não ser mais aquela em que eu cresci, correndo no quintal, sujando a garagem com a bola. Do cheirinho de comida no final da tarde. De identificar o barulho do carro do meu pai descendo a rua, e disputar com meu irmão quem iria abrir o portão.
Tem horas que dá arrependimento e uma sensação de estar fazendo tudo errado, querendo ser independente. Quis considerar até a hipótese de chamar novas pessoas de família. Que tolice a minha. Quem oferece um ombro e por trás faz-me mal, não merece nem ao menos ser chamado de colega.
Fica um aperto no peito e a lembrança de ouvir meus pais dizendo, mesmo que descontextualizado, que pessoas traiçoeiras estão por todos os cantos. Que deve-se desconfiar principalmente daqueles que querem mostrar,demais, boas intensões.
Aprendi que dói sentir raiva, dói mais ainda sentir ódio. Eu podia estar protegida, mas me lancei na vida e tem coisas que não tem como evitar. De amor a repúdio, pessoas caminham em meus dias, sem punição ou com carma tardio que insiste em demorar.
Pra ser amigo, requer tempo, ou o mínimo de semelhança. Pessoas não se moldam tanto, ainda mais depois de velhas. Crianças tem essa vantagem, nós adultos, não!
É em perceber sinais, ou vulgas intensões, que a proteção se dá. Pessoas que acham que podem mudar desde seu mais simples gostos musicais, até a sua forma de conversar, seja pra agradar ou mesmo pra parecer quem não é, não deveria inspirar confiança muito menos respeito.
Pessoas podem ser antipáticas, cheias de manias arrogantes, fúteis, vazias, mas o caráter ainda é a característica mais crucial para se definir um ser humano. Manter-se em dia com o íntimo caráter é dar a si a chance de poder olhar nos olhos do outro sem culpa.
Pessoas sem isso serão punidas. Hora ou outra. Pelo próprio destino. Ou por quem tiveram a audácia de trair. Pessoas assim sempre acham que passarão impunes, mas serão tomadas por muito sofrimento. Embora castigo nenhum seja suficiente àqueles fingem amizade e tentam tirar tudo do outro.

domingo, 8 de abril de 2012

fez-se esse nó


Eu tava lembrando, da gente deitado, sem mal se esbarrar, olhando pro teto. Como quem não quer nada, ficava sorrindo, carinho na testa... Que coisa estranha, dar beijo nos olhos. Coisas que a gente vivia, entendia. Ser nós mesmos. Eu só sentia firmeza nessa ideologia, quando era com você. Depois a gente se beijava, fazia uma piada, se apertava pra quase sufocar.
Eu tava lembrando do caminho longo que era até o portão, onde eu te levava, abraçada, já pensando em quando você iria voltar. 
Lembro da gente se olhando no espelho, com cara de quase fotografia. Era lindo, como tudo destonada, mas se combinava.
Há algum tempo, eu lembrava com mais detalhes, era como se eu enxergasse, como se fosse cena, que acabava em um soluço, quase doía. 
Hoje eu lembro com carinho. Das noites em claro. Problema nosso. Das brigas idiotas, das diárias apostas, dos jogos. Dos planos. E eu dizia tanto: -nada de planos. Mas não fazê-los não deixava de ser um. A gente tinha certeza que acabaria, mas insistia em pensar que éramos feitos um para o outro. Alma gêmea, só pode. Daquelas que de tão parecidas não mereciam ficar juntas. É bobagem eu fingir que esqueci, que passou. Aliás, até passou. Chego a achar bom que você esteja bem. Mas esquecer eu não vou, eu nem quero.
Eu tava te lembrando esses dias. Porque tem músicas que eu ouço, que parece me me envolvem em seu abraço. E que saudade, do sorriso, do abraço. Do laço. Do nó.
Eu não acredito em destino, eu não acredito em quase nada. Eu não acredito que volte. Nem que foi melhor ou pior. Eu só consigo ter a sensação de que eu deveria ter aprendido alguma coisa. Quando eu descobrir vou ser completa de novo.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Na boa

Tá certo, esse tal de Demóstenes, deve ser corrupto sim, deve fazer parte de mais uma grande falcatrua política em terras tupiniquins e tudo mais. Mas o que não entendo, do mesmo modo que não entendo a graça no vídeo “para nossa alegria”, é todo esse falso moralismo que surgiu com o assunto, pessoas “decepcionadas” ou “revoltadas” com a situação, cheias de imagens politizadas para se colocar no facebook, e de declarações acaloradas de quão decepcionadas estão com a situação. Todos sempre sedentos por mudanças urgentes e exigindo justiça.

Tanta atuação em troca de quê? Digo atuação, por que é isso que nossa mídia virtual se tornou, uma maioria esmagadora de pessoas sem um pingo de critério, que engole qualquer noticia que seja um “trend topic”, que seja um viral. Alguém decide que uma noticia é importante, ou que um vídeo é acima de média, e pronto, a merda foi jogada no ventilador. Surgem milhares de declarações ou piadas sobre o assunto, todos comentam, todos opinam, todos se interessam. Todos querem aparecer , se divulgar,sendo politizado ou engraçado, o importante é fazer sucesso!

Mas ai, na “semana seguinte”, alguém descobre um gato, que foi gravado fazendo alguma coisa incomum, ou vê graça em uma propagando que afirma que alguém está no Canadá, e se bobear resolve falar de algum novo recorde que o Messi tenha batido... Assim o ciclo se repete, milhões de pessoas dissecam o assunto, até que todos fiquem de saco cheio, até que um novo assunto surja...

E o Demóstenes? É esquecido, usa de imunidade parlamentar, some das paginas jornalísticas por alguns anos... e aparece em alguma eleição aleatória, ou cargo público que seja, no caso da eleição com grandes chances de vitória!

Mas a “nossa alegria”? Ah, ela ficará intacta, o “pão e circo” do povo está garantido. Os bolsas famílias estão ai para alimentar, e o famoso youtube( ou Iutubiu) entretém os entediados. E assim a vida segue, e o Brasil da impunidade não muda, junto com sua população seguidora de opiniões formadas.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Necessidade

Então eu decidi escrever...

Algo sucinto, empolgante, verdadeiro e que tocaria a alma de qualquer um que acabasse tendo a sorte de ler tal mirabolante conjunto de verbetes...

Mas logo perdi a vontade, e acabei fazendo você perder alguns segundos da sua vida...

segunda-feira, 5 de março de 2012

Saudade

É quase quente como fogo, parece que poderia derreter uma barra de gelo enorme... Ahhh, a paixão. Deixa aquele sorriso bobo no rosto, a playlist leve como um domingo de sol. Tira o cerébro do eixo do que é correto, faz esquecer os problemas, os conflitos da novela, as aulas com cálculos, as chaves do carro, o número da senha. Tem aquele velho clichê, das borboletas no estômago, mas é mais ou menos essa sensação que se tem quando a pessoa chega. Um friozinho gostoso percorre a espinha e é revertido em brilho nos olhos. Se tiver alguma coisa mais simples e ao mesmo tempo mais gostosa, do que se apaixonar, ainda vai aparecer, porque por enquanto...
Mas é aí que tá, chega uma hora que o coração fica vazio, sem nenhuma paixão. Geralmente depois de alguma decepção. Primeiro vem aquela falta... depois a vontade de nunca mais, nunca mais mesmo, querer se apaixonar. Prefere-se o 'ficar só'. Depois ficamos naquela "não vou me apaixonar... não vou mesmo" fugindo de todo e qualquer vestígio... 
Só que chega uma hora que dá saudade. Saudade de sentir aqueles 'sintomas'. Saudade de arrepiar com uma música, de assistir filme no domingo, de beijar nos olhos... 
A gente se sente vazio, querendo se apaixonar mesmo que não seja correspondido, querendo sentir a angústia da falta de alguém, a responsabilidade de fazê-la sorrir...
A paixão acalenta, seja qual for sua intensidade, alegra, acalma. 

Ahhhh que saudade de estar apaixonada !

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Hoje deu saudade

Olha, não me leve a mal, mas perdi a hora outra vez. Por que estou te contando isso?! Por que demorei a acordar por sua culpa, eu tava num sonho tão bom, em que você voltava, a gente esquecia essa besteira toda que aconteceu, se abraçava. Meio que se perdoando, meio que se culpando por ter perdido tanto tempo. Depois disso caminhava, sem falar quase nada, mas de mãos dadas, tem coisa mais bonita  do que mãos dadas?! Aí eu acordei. E acordei com uma sensação que era ruim, mas não me era estranha. Aquele vazio, aquela saudade. Aquela raiva. Raiva de mim, por ter te deixado escapar. Raiva de você por ter sido tão fugaz. Mas no fundo a culpa é minha, por ter fantasiado tanto, me iludido tanto. Feito uma criança boba. Você já não faz parte da minha vida, deve estar se perguntando por que estou te contando isso, não é mesmo?! Será que se perguntou, para o que eu estava atrasada?!
 -Eu estava atrasada pra viver!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

GenteChata.com

Você não precisa mostar ao mundo o tempo todo suas habilidades especiais, sua inteligência inconfundível e sua fé inabalável. Tem gente que simplesmente não está interessada. As pessoas quando se interessam por determinado assunto, vão atrás, procuram. Quando você tenta se mostar com informações a seu respeito isso se torna chato e massante.
Você não precisa se mostrar tão culto, ainda mais se for jovem. Como é chato alguém que te questiona o tempo todo por que você se diz desocupado e vive na internet.
As redes sociais trouxeram a tona, poetas fajutos e gente que fica esperando qualquer comentário pra poder se vangloriar de um pouco mais de conhecimento.
Sinceramente, ninguém vai mudar o mundo 'logado' no face, ou online no msn, logo estamos todos no mesmo barco.
Claro que as redes sociais tem a enorme vantagem da rápida disseminação de informação, o que é ótimo.
Procura-se cachorros, vende-se coisas, apresentam-se bandas, convida-se para evento, consientiza-se sobre a importancia de doação de sangue, mas nada muito além de pessoas sentadas, sem nada pra fazer.
Veja bem cara, antes de comentar em nas fotos da menina na balada, que ela deveria parar de gastar dinheiro com aquilo e doar a alguma instituição, levanta sua bunda da cadeira e vá fazer algum trabalho voluntário. Antes de falar mal do BBB, desligue seu pc e vá ler um livro de poesia. Sei lá, ninguém é obrigado a compartilhar da mesma opinião. Mas gente, correta demais, revolucionária demais, na verdade não passa de um covarde se escondendo atrás de um avatar.
Na boa, me poupem!

(Só pra constar eu não gosto de BBB, mas eu queria entrar na casa haha)




sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Leia a ultima frase

Toda pessoa tenta se destacar na multidão, seja pela aparência, pela inteligência, pelo humor, por seus gostos ou por suas escolhas. Não importa quem, quando ou onde, pelo menos uma vez na vida todos tentam se sobressair em algum dos itens citados acima.

Tem aqueles que escrevem (eu), que gostam de desenhos mesmo estando com 20 anos (eu), que jogam vídeo game compulsivamente (eu), que colecionam livros (eu), que são viciados em séries (preciso falar).

Temos os aficionados em musicas (meu primo), em moda (minha namorada), em mentiras (meu amigo), em televisão (mãe), em cigarros (pai) e mais um monte de características diferenciais...


Mas eu quero te contar um segredo, apenas peço que não se ofenda. Assim como você gosta de suas especificidades temos um PLANETA repleto de pessoas, que gostam das mesmas coisas, que praticam os mesmos esportes, e até que usam as mesmas roupas, ou seria viajem demais pensar que na mesma hora que estou digitando esse texto nulo, outras tantas não podem estar fazendo algo, senão igual, muito semelhante.

Te garanto que neste exato momento existem milhares de pessoas pensando a mesma coisa que você, ou até falando as mesmas coisas (cada um em seu respectivo idioma, claro), e você está ai, se preocupando em se destacar no meio de 6 bilhões de pessoas. Pior ainda devo ser eu, me preocupando com o que você pensa, não é?

Mas para finalizar, quero simplificar todo esse texto em uma frase:

Você não é especial.