segunda-feira, 18 de julho de 2011

Como sobreviver a um mundo infectado por zumbis.


Imagine um cenário hipotético:

O mundo foi devastado por uma epidemia de efeito imediato, quando a pessoa PE infectada, em menos de uma hora se transforma em um zumbi (do tipo clássico de cinema, super violento, não sente dor, se alimenta apenas de carne humana, e só morre depois de ser atingido na cabeça e blá blá blá...).

Você faz parte da resistência dos humanos não infectados, raros, porém existem pequenos grupos espalhados por todo o mundo, já se passou 1 ano desde a primeira ocorrência. Causa da doença ou remédio contra a mesma não são opções, sua única escolha é se esconder com seu grupo e ir vivendo um dia de cada vez...

Mas calma ai, os zumbis se alimentam apenas de humanos não infectados certo? Chega uma hora que sobram apenas aquelas resistências feito a que você se encontra, nas grandes cidades onde eles se concentram mais não há a menor possibilidade de encontrarem comida, pelo menos não a que se acostumaram a correr atrás. A única chance de que os humanos infectados resistam por um ano ou mais é atacando os seus semelhantes, pois eles só atacam humanos. Afinal de contas, sem alimento eles não se sustentariam e minguariam até a morte ou pelo menos a paralisação de suas funções motoras.

Então digamos que eles começam a atacar uns aos outros, em pouco tempo o numero de zumbis cai exponencialmente, e para ter certeza espere 2 anos, restariam menos de 100 desses zumbis em cada cidade grande, isso sendo muito otimista. O que você faria como resistência? Como a ultima esperança da continuação da raça humana no planeta? Pois os zumbis não se reproduzem, eles apenas infectam mais pessoas e ficam lá, zumbizando. Fácil, junte todo o seu grupo e... Mate qualquer um deles que aparecer na sua frente, eles estarão fracos mesmo, e o número seria pífio em comparação com o que você enfrentou no inicio da epidemia. Em alguns meses os humanos não infectados poderiam dizimar todos os infectados que sobraram e teriam um planeta inteiro só para eles, a reconstrução das cidades e o repovoamento seriam apenas conseqüência.

Você sobreviveu a um mundo cheio de zumbis, parabéns!


No ócio das férias um órion

Apresento-lhes o Órion...
"Órion ou Orionte, na mitologia grega, foi um gigante caçador, um dos melhores a serviço de Ártemis. Ele foi colocado por Zeus entre as estrelas na forma da contelação de Órion." (wikipedia 'uuuuu').
Mas esse Órion é outro, é um cara que eu conheci, na época em que eu mais tinha dúvidas, acho que nem ele sabe disso. Eu tinha largado a faculdade e lá estava de novo no cursinho. Na verdade, lá nunca nos falamos, mas vocês vão entender isso no nosso diálogo jajá. O Órion é a prova de que amizades não são findadas com distância ou tempo, não necessitam de provas de intensidade. A gente se vê de tempos em tempos, se fala sem muita frequência, mas sempre fica uma reflexão. Embora nem tudo que falemos tenha muito sentido, ou mesmo necessite.


Erika diz:
vc se lembra de quando nos conhecemos?!?

- Órion Ribeiro diz:
como eu iria me esquecer, de um momento unico no qual nunca poderei ter
[=
pecu ne
chapados

Erika diz:
kkkkkkkkkkkkkkk
btf
chapados sempre!

- Órion Ribeiro diz:
uuuuuh
otra

Erika diz:
to sem criatividade!
vc estudou comigo... pq será q não nos falamos antes?!

- Órion Ribeiro diz:
ué invisibilidade lateral
não conseguimos olhar para o lado
estavamos focado
pelo m,enos eu
no curso

Erika diz:
eu tava dormindo !
mals aê!
e hoje?! vc é tudo oq achou que iria ser?!

- Órion Ribeiro diz:
kkkkkkkkkkkkk
hoje eu ainda nao fiz nada do que serei um dia
estou a cada dia caminhando pra isso

Erika diz:
kkkkkkkkk
ainda bem né!

- Órion Ribeiro diz:
mas estou no caminho certo
minhas atitudes provam isso
Erika diz:
- Órion Ribeiro diz:
pra você o que é ser feliz ?

Erika diz:
ué...

- Órion Ribeiro diz:
boa resposta

Erika diz:
kkkk...
to pensando

- Órion Ribeiro diz:
serio eu entendi

Erika diz:
assim

- Órion Ribeiro diz:
as vezes nao se pode definir sensações tão poucas e ao mesmo tempo que enche a nossa vida
seria como tentar pegar um beija flor
vc vê admira ele, mas nem todos tocam

Erika diz:
eu acho que felicidade é um estado de espírito, tem horas que se está... tipo eu passei em cálculo esse semestre, e fiquei altamente feliz!
kkkkk

- Órion Ribeiro diz:
kkkkkk
felicidade tem 342348237423 sensações

Erika diz:
é isso aí !

- Órion Ribeiro diz:
no seu caso pendeu mais pro alívio e repentina tranquilidade enfim, passei na maldita materia
hahahah

Erika diz:
Nooossa eles iam me jubilar
Felicidade momentânea pra mim e poder ficar deitada, não me preocupar com o tempo e ouvir um cd inteiro do System sem ser interrompida !

E o papo continuou ali, fluindo e a gente nem sabe quando vai se falar ou se ver de novo...


Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

(Vinicius de Moraes)



Enfim, esse texto serve pra todos que tem amigos como o Órion, tiveram a felicidade de conhecê-los e mantê-los, de forma serena, sucinta e que alegra um dia ou outro, sem saber que o faz!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Leeeeet's Rock Baby

Hoje, dia 13 de julho, dia mundial do rock, decidi homenagiar esse gênero musical que vem dilacerando gerações. Criando fanatismo e influenciando histórias. O rock surgiu após a década de 50, evoluido do blues e da música country. Após a década de 60 o rock foi se disseminando em diversas categorias, o folk, o punk, o heavy metal, o hard rock, o soul dentre outros. O rock surge na vida de muitos jovens como forma de protesto, já que grande parte de suas letras carregam palavras de ordem, isso é a principal razão de seu sucesso. Eu comecei a ouvir rock desde que era pequena, não sei se era o que eu mais gostava, afinal quase ninguém superava a xuxa, mas meus pais faziam questão e se orgulham de dizer que me faziam ouvir The beatles, Bee Gees, Eric Clapton e os meus favoritos Queen. Durante minha adolescencia fui conhecendo bandas que foram me encantando, tive uma era Gun's, Nirvana, Metallica, Ramones, mas definitivamente a que eu mais gosto e que a muitos anos faz parte do meu dia-a-dia, System of a down. Houve porém uma época em que me 'disvirtuei', não que seja péssimo que eu goste de outros gêneros, mas deixei de lado aquilo que era minha, 'essência' digamos assim. Com o tempo fui percebendo, que mesmo me divertindo nenhum pop ou funk era capaz de me fazer vibrar por dentro como Pink Floyd, que não me faziam ouvir várias vezes seguidas a mesma música como AC/DC e que nenhuma voz no mundo me faria mudar de humor como a de Serj Tankian. O rock nacional também me influenciou, desde Barão vermelho, com suas letras tão poéticas, até Mamonas Assassinas, falando muita besteira de forma polêmica. Passando assim por Nando Reis, Raimundos, Titãs, Ira...
É claro que tem mais um monte de bandas que eu adoro e com elas milhares de histórias que eu poderia contar... mas resumidamente é isso aí!
Um feliz dia do rock a todos ...


Rock and roll


Nunca fui o cara da boa memória, ou que sabe detalhes de seus interesses, sempre acabei preferindo meu instinto, indo pelo caminho que acho melhor naquele momento. E tal “filosofia” se assim posso chamá-la me trouxe bons frutos, pelo menos eu acho isso. Nesse “Dia Internacional do Rock” não farei uma lista com detalhes específicos daquelas que me agradam, neste dia memorável, relembrarei as bandas que ME influenciaram, e que resultaram no meu “eu” musical atual.

Aquele que nasceu na década de 90 e nunca escutou Mamonas Assassinas que atire a primeira pedra, até hoje a única musica que canto em “karaoquês” é “Brasília Amarela”, eles eram divertidos e carismáticos e muito mais, mas como eu nasci em 91 isso é tudo que me passaram, mas já foi o suficiente para despertar o meu interesse.

Muitos anos se passaram, os Mamonas morreram tragicamente, e segui meu caminho, gostando um pouco disso e um pouco daquilo, mas nada cativante. Até que em uma bela tarde, depois de muita insistência de um primo chato meu, aceitei ver uma fita velha de uma banda de rock chamada “Guns n’ Roses”, mas a musica estranha, a voz estridente de Axel, e os solos de Slash me assustaram a primeira vista. Mas na segunda vez que aceitei ver tal fita, o mal já estava feito, eu estava apaixonado pela minha primeira banda de “Hard Rock”, e vocês sabem, a primeira nós nunca esquecemos.

Depois de Guns os resto foi um pulo, sempre com influências desse meu primo, veio Iron Maiden, Black Sabbath, Led Zeppelin, Aerosmith, Beatles (claro), Bon Jovi (porque não?), gosto do tal do Elvis, Janis Joplin, Bob Dylan, Metállica, Megadeth, Nirvana, Skid Row, Helloween, Massacration(metallll!!), Wolfmother, AC/DC (minha preferida atualmente) e por ai vai, e essa é a graça, o rock está preparado para cada momento de nossas vidas, desde a profundidade de Dylan a simplicidade apaixonante de Guns. Tem espaço para o amor, para o protesto, para o ódio, depressão, alegria, o rock tem espaço para a vida e cada um de suas peculiaridades, e essa possibilidade de metamorfose que o torna tão viciante, tão único.

Eu gostaria de dar detalhes, contar histórias e não apenas citá-las, mas se fosse assim não seria Rock and Roll, cada uma dessas bandas tem histórias únicas e elas não merecem ser misturadas, ou confundidas, apenas apreciadas. (Não posso deixar de citar a semente do mal que me fez gostar tato de rock, o primeiro jogo que meu filho vai jogar: Rock and Roll Racing!)

Um feliz Dia Internacional do Rock para todos, abraço!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Tende ao infinito

Então existiu um dia em que eu finalmente passei em cálculo. Depois de tentativas frustradas e a cogitação de traumas, eis que me livrei do que mais me aflingia. Esse foi um pequeno detalhe que me fez perceber o quanto é importante ter confiança. E confiança em você mesmo. Acreditar na sua capacidade. Eu tive que ter além de confiança, esperança e fé. E isso aqui ficou com uma puta cara de literatura de auto-ajuda. Mas enfim, estou aqui mesmo pra dizer que rolou uma vez e vai rolar de novo o papo 'despedida de férias'. Como funciona: Eu pretendo me manter em atividades extremas, ou mesmo em sono profundo, nesse pequeno período denominado férias. Com isso postarei com menos frequencia. "Ahhhh" (voz dos leitores ao lerem isso, estilo programa do Jô). Mas não fiquem triste, não está descartada a possibilidade de um texto bem idiota, entre as minhas ressacas de férias. Logo voltarei com mais novidades, textos produtivos, ou aquela merda toda que voces estão acostumados a ler e até gostam. Aproveitando, vou fazer algo que raramente faço (ou talvez jamais tenha feito, tchantchantchan) por aqui: Agradecer algumas pessoas pelas últimas semana. Obrigada Rafael por fazer comida nos últimos dias, Carlos por me acordar sempre no horário das milhares provas, Tamara e Laura por me matarem de rir mesmo quando eu estava pilhada, Rani e Cássia por não terem me expulsado de casa, Rodolpho por me mandar mensagens com colas detalhadas e incrívelmente úteis, D2 por ter suportado com paciência meu humor do 'carai', Pedro por fazer provas em dupla (mesmo as individuais), ser lindo e compreensivo e pagar minhas xérox pra eu não ter que trocar, nunca, meus 50 reais (vou formar com eles).





Se eu esqueci alguém... foda-se, eu tô de férias e meu alivío por isso tende ao infitito!






FUCK YEA.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

QUASE férias

Então chegamos ao fim de mais um semestre (acadêmico). Aliás chegaram, eu tô ainda fazendo provas, afinal eu adoro deixar tudo pra ultima hora. E uma hora dessas eu deveria estar terminando trocentos exercícios de física que deverão ser entregues amanhã pela manhã, mas a minha trilha sonora de hoje me inspirou a escrever. Acho que chegou a hora de uma retrospectiva. Sei que isso deveria ser feito ao final de um ano, mas de semestre em semestre minha vida muda de um tanto. Afinal mudam-se minhas matérias, consequentemente minha rotina, já que a faculdade é no momento o que define meus horários e até mesmo o lugar em que eu moro. Aliás é com isso que eu devo começar, o lugar onde eu moro e moro desde o começo do ano. Esse semestre me fez conhecer duas pessoas incríveis: a Rani e a Cássia. Me lembro do primeiro dia, como era estranho. É difícil se mudar pra um lugar onde você não conhece as pessoas, não conhece as manias, a rotina. Mas nem foi dificil, é incrível perceber a sorte que eu dei (e que elas deram, com certeza), de nos darmos tão bem. Esse semestre também me apresentou a pessoas. Algumas que eu já conhecia, mas que hoje fazem parte do meu dia-a-dia. E quando eu falo isso, estou citando vizinhos, com certeza. E tem algumas pessoas que nem pertencem ao meu ciclo acadêmico eu diria, mas que agora eu tenho o prazer de tê-las em minha vida. Uma dessas pessoas inclusive, sabe que eu estou falando dela (viu, o blog é meu eu falo de quem eu quiser kkk). Pessoas que são presentes. Esses meses serviram também pra me aproximar ainda mais de algumas pessoas, perceber amigos maravilhosos, capazes de se arriscar me ajudando. Capazes de digitar uma mensagem enorme só pra me dar cola. E amigos como o Pedro, o de sempre. Ele passou comigo e talvez por minha causa uns baques no início do ano, mas está aí firme do meu lado. Rindo das minhas palhaçadas (mesmo que por dó né fdp), me alimentando, fazendo provas comigo (mesmo que elas não sejam de dupla) e me presenteando com esse sorriso bobo e agora, apaixonado. Claro que o semestre me afastou de algumas pessoas, algumas que eu diria que é uma pena, outras que me fizeram o favor de 'cair fora'. Eu aprendi muita coisa, e to aprendendo a me acostumar, ou acomodar, com essa vida que escolhi mesmo que a escolha não tenha sido a melhor. Se eu pudesse mudar alguma coisa nesse semestre, eu teria apenas estudado mais, mas de resto valeu cada momento... e que o semestre que vem seja um complemento ainda melhor desses meses que tanto me fizeram bem!

Minha Lua

Lua que ilumina meu caminho

Presença que dou tanto valor

Mostrou-me o que não é ser sozinho

Banhando-me com todo esse amor


Ó minha Lua com suas fases

Cheia, minguante, nova e crescente

Por que não lhes chamar de faces

Aquelas que encantam este homem tão alegremente


Minguante que me desaba

Nova que me alucina

Quando cresces me encanta

Pois cheia me aproxima


Lua que amo, lua que venero

Tudo que realmente espero

É teu olhar

Que só me faz querer te amar.